Libertas Quae Sera Tamen

Olá, Pássaros!

Uma Super-homenagem ao reconhecimento do Supremo Tribunal Federal da união homoafetiva como família/entidade familiar.

Como esclarecimento, a “união estável” que se dizia possível aos LGBT antes da decisão do STF tratava-se de sociedade de fato entre duas pessoas – o que deixa um mundo de direitos e deveres de fora (111 direitos and counting! ) caso seja comparada com uma família/entidade familiar.

Alguns juízes e tribunais já se posicionavam pelo reconhecimento desta ou daquela união ou adoção, mas os casais homoafetivos sempre dependiam do respeito aos direitos humanos do juiz determinado para seu caso. Alguns casais não conseguiram.

O STF fez apenas alinhar as decisões favoráveis a partir de duas ações propostas, em um ato que vincula a decisão do Poder Judiciário e da Adm. Pública, em todas as esferas. Isso é constitucional (para o caso de alguém do Coro Grego te encher a paciência).

Fica aqui o agradecimento aos reais Super Supremos, aos envolvidos nessa aprovação, como o governador Sérgio Cabral (RJ), e à querida Ana Fernanda (@anafernandas), poeta do céu, que pediu despretensiosamente via twitter uma história em que Ayres Britto fosse herói, quando eu estava em dúvida se lançava os Super Supremos ou não (enquanto acompanhava a votação como Tim e Tom). Li como sinal dos astros  : ] , executei o projeto e cá estão eles!

Agora é celebrar e ter a certeza de que essa história ainda tem muito a render, também por aqui. ; )

Abraços,

Tomás M.

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