Olá, Pássaros!

Não dava para encerrar “O Inferno é Azul” sem um último carinho à saga do Bebê Travesti. Fiz aos estilo dos rapazes do Quadrinhos Rasos – sem deixar de ser Pássaros Rebeldes.

Conheci o Quadrinhos Rasos quando estava com umas ideias de transformar poemas em quadrinhos, e vi que eles faziam isso com música, de formas inspiradoras. Se alguém não os conhece, vale gastar um bom tempo no site.

A música Sereia, que conduz a história desta página, dispensa apresentações – mas é do Lulu Santos. Acho a cara do Bebê Travesti, e ainda remete à imagem da sereia e de sua genitália ambígua (ah, vocês viram lá nos vídeos rs).

É apenas mais uma página, apenas mais uma de amor.

Abraços,

Tomás.

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